24/02/2008

A NOVA TRAMA DO IMPROVISO

A nova trama do Improviso chama-se: O Gato de Hamlet. Como o próprio título sugere, trata-se de uma adaptação livre da obra de Shakespeare, Hamlet. Começamos os ensaios em Janeiro (sim, no mês passado) e vamos estrear no VIII Encontro de Teatro Escolar da Póvoa de Varzim, na primeira semana de Abril (por isso nos chamamos Improviso). Em Faro, como a sala do IPJ está a ser remodelada, precisamos de encontrar um espaço alternativo, talvez o teatro Lethes, quem sabe?
Mas ainda há mais. A maior das tramas chama-se: Os Dez Anos de Improviso. Apelo a todos e todas improvisos/as que começem a esboçar ideias e sugestões para a nossa festa,

P.S. A propósito, a ACTA comemora este ano dez anos de existência. A festa teve lugar, ontem, no Teatro das Figuras com a peça Que farei com este livro?, de José Saramago.


Um abraço,


prof. teresa

22/01/2008

Olá pessoal!

Será que alguém pode abrir a cortina e desvendar o que é que o grupo anda a tramar? Vai sair alguma peça este ano? Estou curiosa...

E para aqueles que foram àquele encontro no Seu Café há uns meses: alguém ficou com a lista de contactos? Se sim enviem-na para o mail do grupo, sim? (teatroimproviso@gmail.com)

03/01/2008

Porque os pequenos também vão ao Teatro!

E como os pequenos também vão ao teatro, lá fui eu! Claro que não fui a primeira! A primeira foi a minha “cúmplice” Gilinha! E eu, qe não tinha ido, também quis ir! Então, lá fui! Fui com a minha irmã, que já lá tinha estado e queria continuar, e entrámos na sala dos espelhos. Chegámos atrasadas e, quando pisei o chão daqela sala, fiquei muito nervosa! Vi todos sentados em roda a falar deste grupo: “Improviso”. Não me lembro de como foi esse dia, mas sei qe depois desse me senti encorajada para lá voltar todas as Quartas-feiras, das 16.00h (acho) às 18.00h. Ano de trabalho de corpo (essencialmente), voz e improvisações mas também de algumas vergonhas e novas amizades! Nesse ano não apresentámos peça, mas no ano a seguir...: “Xeque-Mate”, uma peça constituída apenas por raparigas (já a minha irmã tinha saído e eu e a Gilinha permanecíamos as “piqininas”). Fomos à Póvoa de Varzim apresentar a nossa peça pela primeira vez e correu muito bem! No dia 4 de Maio apresentámos de novo mas já em Faro! Fiquei muito contente nesse dia! Os meus amigos e a minha familia foram-me ver e gostaram muito! Apercebi-me (apesar de já me ter apercebida na Póvoa) que gosto muito que batam palmas! xD
O ano passado lá voltei, e vi muita gente nova e muito pouca já minha conhecida ( A Gilinha lá continuava! =D). Já com rapazes, apesar de poucos, o grupo fez novamente muito trabalho de corpo, voz e improvisações. De novo se fizeram novas amizades, mas desta vez já sem tantas vergonhas! “Hotmail.com” foi a peça que se representou, neste novo ano, uma criação colectiva do “Improviso”, tal como a anterior, mas muito diferente da outra. Dirigida, não só, mas principalmente aos jovens, foi muito divertida, viciante e musical. As palmas foram imensas e as críticas positivas!
Adorei pertencer ao “Improviso”, ouvir os gritos da Professora xD, conhecer gente nova que me fez ver e viver a vida de outra forma, das massagens de grupo, de arranjar “namorado” à Sandra juntamente c/ a Gilinha (sim, porque nós juntas somos umas pestes!), de ir à Póvoa, de apresentar as peças, de ouvir as grandes gargalhadas da Carina, de fazer de Alecrim ("não é Alecrim! É AR-LE-QUIM!"), de fazer de Hippie, dos aplausos, de TUDO!!! Tudo me fez crescer e ser a pessoa qe sou hoje! Não foi só o Improviso, mas também contribuiu muito!

Infelizmente, devido ao horário, este ano não pude ir, mas no próximo. . . qem sabe ? ; )

Marta Vaz
Uma das piqininas! =
D

23/11/2007

Passar pelo Improviso

A passagem pelo grupo Improviso na secundária foi uma das coisas que mais me marcou.
Ainda me lembro de ver o anúcio na reprografia a perguntar quem queria entrar para o teatro...de ir até á porta da sala e de estar com receio: bato ou não á porta? =) Depois de bater, entrei e não saí mais de lá durante três anos espectaculares que nunca mais hei-de esquecer.
Lembro-me, como se fosse ontem, da professora Teresa gritar comigo: Tânia fala mais alto!Projecta a voz mulher!...Eu era tão timida.....:P Depois vieram as viagens à Póvoa de Varzim.....que foram espectaculares em todos os aspectos...desde as actuações ao convívio.
Sinto falta de tudo isso....dos nervos antes de uma estreia, dos stresses da professora, porque não tinhamos o texto decorado( mas que fique aqui assente que a professora é um espectáculo!), das palhaçadas do pessoal, das viagens...etc.....de tanta coisa.
Aos novos elementos que vão entrando para o grupo só tenho uma coisa a dizer...aproveitem e desfrutem do grupo enquanto lá estiverem, porque vão viver uma das melhores experiências das vossas vidas...que jamais irão esquecer...e que mais tarde terão saudades...:P
Beijos a todos os novos elementos do improviso e aos antigos também.....encontramo-nos numa próxima estreia do grupo...=P

Ass: Tânia

22/11/2007

Futura performance

Esta vulgaridade que me destrói o cérebro.(pausa) Nem tudo é arte, mas o Nem Tudo pode ser alguma coisa, quando estagno e me limito a observar, a escutar, a dizer que disse. Onde fica a acção? Já fiz, já fiz, e fiz, e fiz, fiz….Tudo são reminiscências que enriquecem o ser, mas não enchem a boca. Tenho uma sombra tão curta nas minhas costas, e uma enorme bolha de ar no peito, que por vezes me impede de criar. Sou o dono da verdade, cuspo pró ar de maneira a conseguir salpicar todos os que me rodeiam. O comodismo caminha lado a lado com a pseudo intuição que me habita o pensamento. Pseudo intuição, nascer para.., jeito natural, tretas! Durante as longas noites busco a minha ceita, grito à procura de uma estátua que teima em não aparecer. Autodestruição no horizonte!!! (pausa) No desabrochar da luminosidade de um novo dia, quero dar um novo passo, um passo diferente do de ontem, e amanha……entrego-me de corpo e alma a este mundo incerto.

Dona Sophia faça favor:

Porque

Porque os outros se mascaram mas tu não
Porque os outros usam a virtude
Para comprar o que não tem perdão
Porque os outros têm medo mas tu não

Porque os outros são os túmulos caiados
Onde germina calada a podridão.
Porque os outros se calam mas tu não.

Porque os outros se compram e se vendem
E os seus gestos dão sempre dividendo.
Porque os outros são hábeis mas tu não.

Porque os outros vão à sombra dos abrigos
E tu vais de mãos dadas com os perigos.
Porque os outros calculam mas tu não.


23/10/2007

Este blog

Olá a todos!

A ideia deste blog surgiu num encontro de (antigos) elementos do grupo. O objectivo é que sejam vocês próprios a publicar textos, comentários, fotografias, assim como eu e a Uper já fizémos. Depois qualquer pessoa pode deixar comentários ao que cá está. O interesse é ter um "site" dinâmico onde se partilham opiniões, ideias, informações úteis, etc. Seria giro que alguém pusesse uma fotografia da sala e/ou da escola e o horário de encontros, assim qualquer pessoa fica a saber essa informação.

Perguntam vocês (ou não):

- o que raio é um blog?
- como é que isto funciona?

Não quero que vos falte nada! E para que o blog funcione como BLOG é preciso que todos saibam o que é. No meu tempo a internet ainda dava passos de criança, isto é, levava muito tempo a abrir uma página, e o e-mail era utilizado por muito poucos. Só existiam 2 computadores na biblioteca com acesso à internet, e a meia hora que lá estávamos só dava para ver a caixa de entrada do e-mail. Nas aulas de informática aprendíamos DOS (já ninguém sabe o que é isso). Como tal, custa-me muito a crer que jovens com mais de 15 anos só saibam fazer downloads de músicas e que sejam alheios à blogosfera.

Então, e para que não vos falte nada, vou explicar tudo. É muito simples: existe um administrador do blog (a prof. Teresa) que é como que "dona" do blog. Tem um login e uma password de acesso e, além de colaboradora/participante que publica coisas, tem poderes para vos enviar convites para serem participantes e publicarem à vontade aqui no blog. Isto quer dizer que não precisam de entregar textos à prof. Teresa para ela os colocar aqui, nem ela deverá dar-vos a password dela para o efeito.

Ao vosso lado direito podem ler o seguinte: "Se fazes ou fizeste parte do Improviso e queres participar no blog (i.e., publicar textos, fotos, videos) envia um e-mail para teatroimproviso@gmail.com." Isto quer dizer que devem enviar um e-mail para este contacto a dizer qualquer coisa do género "Olá, eu faço parte do grupo e quero participar no blog". Se forem de facto membros do grupo (ou tiverem sido), receberão um convite para terem o vosso próprio login (e password) para serem blogueiros (colaboradores) e publicarem (ou postarem, se preferirem) vocês próprios o que bem entenderem.

Também ao vosso lado direito, mas mais abaixo diz assim: "Não sabes o que é um blog? Então clica AQUI!" Já clicaram AQUI? Então cliquem em cima da palavra "AQUI" e verão que esta tem um link (hiperligação) para a Wikipedia (uma enciclopedia online) onde se explica o que é um blog.

Agora que já sabem o que é um blog, e qual é o objectivo do nosso, só precisam de receber o convite, tornarem-se colaboradores e começarem a escrever directamente aqui com as vossas próprias mãozinhas. Ainda têm a vantagem de o Blogger ter uma versão em português... (o inglês já não serve de desculpa...)

Para mais informações consultem:
http://www.blogger.com/
http://www.google.com/

Espero sinceramente que este post seja útil a quem dele precisava, e que seja ignorado por quem já sabia isto tudo (a esses, peço desculpa pelo incómodo).

Passagem pelo Improviso


Olá pessoal, quero partilhar com vocês a minha passagem pelo Grupo Improviso. Decorria o ano lectivo de 2002-2003 e decidi entrar para o grupo. Era para ter entrado no ano anterior, mas disseram-me que já estava lotado. O primeiro contacto foi estranho, porque embora seja uma pessoa extrovertida, o teatro faz com que as pessoas se exponham, e no grupo onde me acabava de inserir, não tinha relações de amizade, era tudo novo, e não havia aquele à vontade que temos com os nossos amigos. Tinha agora de encarar uma professora que não conhecia, colegas que não conhecia, e esse ”senhor” chamado TEATRO.

As semanas passavam e os medos ficavam para trás das costas, tudo se tornava “gozo” pessoal. Os exercícios de união de grupo e de confiança, propostos pela professora, foram determinantes para que tal sucedesse. Rapidamente fiz relações de amizade, e estava sempre desejando que chegasse a quarta-feira para ter ensaio.

A Prof. Teresa chegou num dia e comunicou que já tinha escrito uma peça para fazermos, a partir das nossas improvisações. A minha primeira reacção foi de felicidade, porque íamos realmente fazer teatro, mas, ao mesmo tempo, estava cheio de medo… e aí deixou de ser um trabalho de integração/iniciação e passámos a ensaiar com um fim. Lembro-me que tive imensas dificuldades, e como na altura tinha o sotaque algarvio acentuado, “cantava muito a falar” e não terminava a palavras, uma tendência tipicamente algarvia. Em tudo onde me meto, levo a sério, e sou responsável, foram raras as vezes que faltei, e lembro-me que às vezes ficava chateado com os colegas que não iam, porque o teatro não é uma arte de uma pessoa, mas sim de um todo.

Pisei pela primeira vez um palco dia 30 de Maio de 2003 com a peça “Se tu me am@sses..”. Foi um dia frenético, estava muito nervoso, ainda para mais, porque a plateia estava repleta de familiares e amigos.Tudo me saiu mal, lembro-me de ter que apanhar um fio em cena e, por mais que tentasse acalmar-me, não consegui, as minhas mãos tremiam como se tivesse na Sibéria todo nu.

Seguiram-se mais espectáculos, um em Olhão, que já correu melhor, e o último, já eu estava na Universidade e a professora Teresa telefonou-me. Recordo-me como se fosse hoje, disse que tínhamos um espectáculo para apresentar na Universidade do Algarve, onde ia estar presente um colosso do teatro, o Sr. João Mota, e a prof. disse-me que eu tinha de ir a Faro, fazer o espectáculo, porque não tinha ninguém para me substituir, mesmo já não pertencendo ao grupo. Foi o último dia de “Improviso”. Tive pena de não ter ido à Póvoa de Varzim, mas não se pode ter tudo.


A minha mensagem para quem está no Grupo Improviso é que se apliquem, não faltem, cheguem a horas, e acima de tudo, brinquem e disfrutem ao máximo, e se eventualmente, alguém quiser seguir o Teatro a nível profissional, têm que ser muito persistentes e ponderar muito bem se é isso que querem.

Grande Abraço a todos

João de Brito

Falar de Teatro

Falemos de teatro de uma forma abstracta, de uma forma que ultrapasse os horizontes reais e nos leve para uma dimensão utópica, aproveitando para esquecer todo aquele mundo, fazendo com que a magia se torne realidade, da mesma forma que o teatro trás aquela sensação de liberdade que é tão rara, fazendo assim ganhar asas, e poder voar para todos aqueles sítios imaginários, onde não importa quem somos, o que fazemos, ou até mesmo, o que queremos.É apenas aquele momento. como se não houvesse mais nada.

Teatro, mais do que uma encenação, é a libertação da alma perdida no interior de qualquer corpo. Palavra que definiria teatro seria magia, magia no palco das fantasias das almas penetradas num só corpo, fazendo com que nós deixássemos de existir. Teatro, mais do que aprender, é imaginar.Imaginar que podemos, que conseguimos e que nada nos impedirá!Teatro, um mundo em que tudo acaba e ao mesmo tempo ganha uma nova vida.

Sónia Alves

19/10/2007

Confissões de uma Adolescente

Este ano, dois mil e sete, pensei seriamente em desistir do teatro. Bom, desistir não. Desistir é uma palavra muito forte e eu cá não desisto! Mas achei que, dados tantos afazeres, o melhor era deixar a"representação" para outros tempos mais propícios e menos ocupados. Até falei com a
professora Teresa sobre isso... Mas acabei por perceber que não conseguia "deixar a representação para tempos mais propícios".

Durante um ano, apenas, o Improviso tinha-se tornado muito importante para mim. Porque seria? Os meus melhores amigos do teatro tinham desistido. Não pensava seguir teatro. Houve alturas até, durante o ano passado, em que só me apeteceu sair da sala a correr e bater com a porta atrás de mim. Então, porque é o Improviso tão importante? Não é tanto pelo trabalho que fazemos lá dentro. Não é tanto pelo trabalho de voz, ou corpo, ou pelas improvisações e marcações em palco. Não é pelo texto, nem pelas personagens, nem pelo nome da peça, nem pela importância do nosso papel ou o seu número de falas.

Acho que, vistas bem as coisas, é mais pelo tempo em que estamos cansados e não fazemos nada, nos deitamos na madeira, a apanhar sol e, de repente, nos apercebemos que, naquela sala, naquele Improviso, o que mais interessa não é o resultado final, mas sim o trabalho por que passamos até lá chegar. É o choro, o riso, o medo, as frustrações, as verdades, as ilusões, as discussões. É o crescimento da personagem. É o crescimento da pessoa. O grupo Improviso, para além de ser Escola de Teatro, é Escola de Vida.

E eu não consegui desistir, porque fez de mim a pessoa que sou hoje.

Obrigada.
Gena

Nota: Este texto foi escrito pela Gena e recebido e publicado pela Professora Teresa.

06/10/2007

todos no chão

Quem é que não se recorda de ver afixado o cartaz "increve-te para (ou no grupo) de teatro"?
Quem não se recorda do nervoso miudinho do impasse de começa não começam os ensaios?
Quem não se recorda do início?de nos apresentarmos?de nos rirmos?de chorarmos...
Quem é que não se recorda do cansaço?
Quem é que não se recorda da amizade?
Quem é que não se recorda de deitados no chão entoarmos de A a Z?
Quem é que não se recorda da alegria de pisarmos o palco pela primeira vez juntos?
Quem é que não se recorda de nos bastidores, num circulo de energia em ligação gritarmos em unissono - IMPROVISO?
Quem não se recorda dos laços?
Quem não tem saudades desses momentos?
Quem irá lutar para que tal se volte a repetir uma vez mais?
NÓS e sempre os IMPROVISO!

03/10/2007

Formação

Durante o mês de Novembro, vai decorrer no IPJ (Faro), uma oficina de costura, com Esmeralda Bisnoca. O curso destina-se ao público em geral (>14 anos) e vai decorrer aos sábados das 14h00 às 19h00.

A formadora Esmeralda Bisnoca (nome artístico com que assina os seus trabalhos enquanto figurinista de teatro) é licenciada em Ensino de História e tem o curso de Teatro Universitário do CENDREV. Actualmente, ocupa-se quase integralmente com o seu atelier de projectos, figurinos e adereços para as artes do espectáculo.

Mais informações/inscrições:
IPJ (Faro)
telf. 289 891 820
e-mail ipj.faro@ipj.pt.

23/09/2007

Noite de estreia

Nem imaginam a pilha de nervos naquela noite de estreia. A euforia geral - atenção, eu disse geral -, era mais que muita, mas eu sentia o peso de ser a primeira a entrar em cena, na estreia absoluta do grupo. Uau! Foi fantástico! Nas tábuas sentia-se a energia de um grupo coeso, todos apoiavam todos, e queríamos que tudo corresse bem, pelo menos pela nossa querida professosa que, coitada, se fartava de ralhar connosco nos ensaios. Do outro lado, o silêncio, o breu. A luz intensa dos PC's (projectores) não me deixava ver nada, o momento só me dava luz para a Liliana (propositadamente sentada no plateia). E depois foi tudo num instante, quando demos por nós, já tinha terminado! Passou a correr!

Numa palavra: inesquecível! Obrigada a todos e à professora. E aproveito para pedir desculpas por levar bolachas para os ensaios... no fundo a culpada de tudo sou eu! :D

Era uma vez...

... não, não era uma raínha, era um grupo de miúdos e uma professora. O que é que eles fizeram? Fundaram um grupo de teatro na Escola. Começaram já ía o ano lectivo avançado, tinham formação numa sala velha cheia de pó, fria, com chão de mosaico e janelas partidas - era a antiga repografia, por cima dos balneários. Foi então assim que, no ano 1998/99, surgiu este grupo de poucos recursos mas muita vontade e alegria. Discutimos o nome e foi de improviso que ele surgiu - nada mau, heim?!

Ontem juntou-se a velha guarda (quer dizer, parte da) e ficou aprovado por unanimidade criar este blog para divulgar o Improviso, bem como diversas actividades teatrais de interesse, para partilhar emoções, e também para servir de ponto de encontro entre os que pertencem e já perteceram ao grupo.

E agora, basta dizer as palavras mágicas, como é hábito no teatro antes do pano subir: "Muita m****!" e, claro, o nosso grito de guerra: "IMPROVISO!!!".